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Carreiras construídas no campo mostram a força do setor florestal no Brasil

Em um setor em expansão, trajetórias de profissionais da Reflorestar revelam como o trabalho no campo pode abrir caminhos de aprendizado, permanência e liderança

Por: Redação Fonte: Assessoria
29/05/2026 às 11h04
Carreiras construídas no campo mostram a força do setor florestal no Brasil
André orienta equipes em contratos de silvicultura e colheita de madeira. Fotos arquivo pessoal.

Para milhões de brasileiros, o campo é muito mais do que um local de trabalho: é espaço de pertencimento, história familiar e construção de futuro. Dentro desse universo, o setor florestal se destaca, ano após ano, pela capacidade de gerar oportunidades e transformar trajetórias, impulsionado pela expansão da silvicultura, da colheita de madeira e pela mecanização das operações.

Esse cenário se reflete nos números mais recentes da pesquisa “Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura”, do IBGE. Em 2024, a economia florestal brasileira movimentou R$ 44,3 bilhões, com a silvicultura respondendo por 84,1% desse valor. No mesmo período, mais de 4,9 mil municípios registraram algum tipo de produção florestal.

No mercado de trabalho, o setor de árvores plantadas foi responsável por 2,8 milhões de empregos diretos e indiretos no país, segundo dados da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) divulgados em 2025.

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Mas os números ajudam a contar apenas parte dessa história. Por trás da dimensão econômica, da presença territorial e da tecnologia, há profissionais que começaram em funções operacionais, aprenderam na prática e transformaram oportunidade em trajetórias consistentes no campo.

Na Reflorestar Soluções Florestais, essas histórias refletem uma realidade recorrente: o campo como espaço de aprendizado contínuo, desenvolvimento técnico e crescimento profissional.

Do corte de cana à formação de equipes de manutenção

Quando chegou à Reflorestar Soluções Florestais, em 2012, André Costa de Oliveira já tinha experiência no campo com o corte de cana. Aos 22 anos, buscava uma nova oportunidade e encontrou na vaga de auxiliar de manutenção, o início de uma nova profissão.

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O começo exigiu persistência. André precisou aprender desde a identificação das ferramentas até a lógica de funcionamento dos equipamentos usados nas operações florestais. “Na época, eu ainda não tinha familiaridade com algumas ferramentas básicas, como diferentes tipos de chave combinada”, lembra. A dificuldade quase o fez desistir nos primeiros meses, mas também despertou nele o interesse pela manutenção mecânica.

Para evoluir na função, passou a se dedicar ao estudo de catálogos de peças, manuais técnicos e diagramas elétricos. O aprendizado não ficava restrito ao expediente: depois de enfrentar uma dificuldade na operação, buscava entender a causa do problema para retornar com mais preparo. Essa dedicação abriu caminho para novas posições: André tornou-se mecânico, depois mecânico líder e hoje atua como instrutor de manutenção.

Hoje, André orienta equipes em contratos de silvicultura e colheita de madeira nos estados onde a Reflorestar atua, como Bahia, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul. O campo continua sendo parte essencial do seu dia a dia: ele acompanha frentes operacionais, participa de momentos com as equipes, como o DDS, e apoia procedimentos que garantem a disponibilidade dos equipamentos.

“Minha função é desenvolver as equipes e ajudar cada profissional a executar a manutenção da melhor forma possível.”

Presença no campo como forma de liderar

A construção de uma carreira a partir da prática também marca a história de Cláudio Adão de Carvalho, 45 anos. Ainda jovem, deixou Minas Gerais para trabalhar no corte de cana no interior de São Paulo com um objetivo claro: juntar recursos para tirar a habilitação e realizar o sonho de infância de ser motorista.

Depois de conquistar a CNH, iniciou sua atuação no setor florestal com atividades de limpeza de área e transporte de madeira. Em 2009, chegou à Reflorestar como motorista carreteiro. O cuidado com o equipamento, a atenção à operação e a disposição para assumir novos desafios abriram caminho para outras funções.

Cláudio atua como supervisor de operações florestais

Com o tempo, passou por diferentes áreas: produção mecanizada   de carvão, colheita e gestão de módulos operacionais. Em 2016,   recebeu o convite para atuar no Sul da Bahia e ajudar a estruturar   uma operação fora de Minas Gerais. A missão, prevista inicialmente   para durar três meses, se transformou em uma permanência de   quase uma década na região. Desde 2018, ele atua como   supervisor de operações florestais.

 Sua rotina envolve gestão de pessoas, desenvolvimento de   lideranças, acompanhamento da manutenção, da operação e da   segurança, além da entrega final ao cliente. Mesmo com   responsabilidades administrativas, é no campo que ele diz se   sentir mais realizado.

“Quando você está na frente da atividade, as pessoas se sentem amparadas. Estar com a equipe no campo faz diferença para enxergar os gargalos da operação e dar condição para o trabalho acontecer”, destaca.

Da vivência rural à gestão de grandes operações

A valorização da prática também aparece na história de Nilo Neiva, 44 anos, hoje gerente geral de operações da Reflorestar. Criado na zona rural, em Minas Gerais, aprendeu desde cedo a conciliar estudo, responsabilidade e trabalho.

“Meu pai insistiu muito em ensinar a gente a trabalhar, a andar com as próprias pernas”, lembra.

Ainda adolescente, Nilo saiu de casa para trabalhar em um supermercado, onde passou por funções como repositor, entregador e caixa. Mais tarde, estudou em uma escola agrotécnica federal, formou-se como técnico em agropecuária e começou a buscar oportunidades no setor florestal.

Nilo é gerente geral de operações da Reflorestar

A chegada à Reflorestar aconteceu quando a empresa ainda estruturava suas   primeiras operações mecanizadas. Nilo entrou como encarregado e acompanhou   de perto o início da colheita com máquinas, os treinamentos de operação e   manutenção e a expansão dos contratos. À medida que assumia novas   responsabilidades, também buscava formação: fez cursos de manutenção e   liderança, graduou-se em Administração de Empresas e cursou pós-graduações   em gestão estratégica de pessoas e gestão tática.

 Com o crescimento da empresa, Nilo passou por funções de supervisão e gerência de contrato até chegar à gerência geral de operações. Hoje, lidera diretamente  oito lideranças e, indiretamente, mais de 400 profissionais. Mesmo em uma posição estratégica, mantém a proximidade com o campo: visita contratos, acompanha indicadores, discute falhas, cobra diagnósticos e busca aproximar planejamento e execução.

Para Nilo, essa presença é indispensável. “Você não transforma aquilo que não conhece. No setor florestal, você precisa estar perto da operação, entender o campo e acompanhar as equipes”, resume.

As trajetórias de André, Cláudio e Nilo mostram que, além dos números e da tecnologia, o setor florestal é construído por pessoas que encontram no campo um caminho de desenvolvimento contínuo.

Em um cenário de expansão e crescente mecanização, essas histórias reforçam o papel do setor como espaço de formação, permanência e construção de futuro, conectando experiência prática, evolução profissional e oportunidades reais em todo o país.

Sobre a Reflorestar

Empresa integrante do Grupo Emília Cordeiro, especializada em soluções florestais, incluindo silvicultura, colheita mecanizada, carregamento de madeira e locação de máquinas. Atualmente com operações em Minas Gerais, Bahia, São Paulo e Mato Grosso do Sul, ela investe em capacitação técnica e comportamental, gestão integrada e confiabilidade dos equipamentos para oferecer as soluções mais adequadas para cada particularidade dos clientes.
 

Fundada em 2004 no Vale do Jequitinhonha (sede em Turmalina, MG), originou-se da paixão pelo cuidado com o solo e o meio ambiente. Com 20 anos de atuação, a Reflorestar se consolidou no mercado pela visão inovadora no segmento florestal e pela oferta de serviços de qualidade, atendendo clientes em todo o Brasil

 

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