
Produtores rurais representados pelo Sindicato Rural de Castro já começaram a receber o alvará de pagamento, em relação à ação coletiva do Salário-Educação.
No último Café do Produtor realizado em maio, o presidente do Sindicato Rural de Castro, Eduardo Medeiros Gomes, entregou diversos alvarás de recebimento.
Um deles pertence ao produtor rural Johan Woltherus Kassies que na oportunidade foi representado pelo assistente administrativo, Cristian de Paula Quadros. Segundo ele, o valor devolvido será muito útil e será aplicado nas atividades da chácara. “É um valor que não esperávamos, mas é muito bem-vindo e será aplicado em melhorias na propriedade. A princípio ficamos em dúvida com relação ao assunto, pensando que poderia ser mais uma daquelas propostas que no final não dá certo. Porém, com toda a explicação da equipe e vendo as vantagens resolvemos aderir à ação coletiva, o resultado está na mão e podemos usar este dinheiro para melhorar as atividades na propriedade”, conta Cristian.
Ele destaca ainda as ações que o Sindicato Rural de Castro vem realizando, representando de fato o produtor rural: “Essa função que a diretoria vem fazendo de se aproximar do produtor, defender o agro é muito importante. Eles vão até o produtor, trazem informações relevantes, que fazem a diferença no dia a dia do campo!!”, acredita Cristian.
A agente administrativa do Sindicato Rural de Castro, Kelly Alves Taborda, explica que o Sindicato vem ajudando o produtor rural a receber valores que foram pagos indevidamente em várias áreas, entre elas o ICMS na conta de Luz, Plano Collor e também o Salário Educação. “Neste caso do salário-educação o que eu preciso fazer é habilitar os produtores, alguns já temos o contato e já os avisamos, porém, alguns têm o direito e não sabem. Por isso, caso algum produtor queira saber se tem ou não o benefício é só procurar o Sindicato Rural de Castro que vamos analisar o seu caso”, conta Kelly.

Ela explica que o alvará de recebimento leva em torno de quatro a seis meses para sair dependendo do valor. “Como o dia a dia do produtor é corrido, ele acaba pagando e nem percebendo que pagou algo que não era necessário, assim, estamos fazendo este trabalho que irá ajudar o produtor a resgatar este valor. Quem tiver interessado é só procurar o Sindicato que damos início ao trabalho”, relata Kelly.
A Ação Coletiva foi ingressada em setembro de 2017, e trata sobre a contribuição que é cobrada indevidamente dos empregadores rurais, pessoa física. A ação do sindicato rural beneficia todos os seus representados.
O direito pleiteado pelo Sindicato na ação proposta é o de isentar definitivamente os produtores de recolherem a referida contribuição, bem como recuperar os valores pagos pelos empregadores rurais de 09/2012 até agora, portanto, acumulam-se quase 9 anos de devolução.
Quer saber mais sobre o assunto leia nestas reportagens.
Produtor Rural, pessoa física pode resgatar valores pagos indevidamente do salário educação.