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Novo status sanitário do Rio Grande do Sul trará grandes desafios

Instituto Desenvolve Pecuária ressalta a importância do produtor na manutenção do Estado como área livre de aftosa sem vacinação

Por: Redação
27/05/2021 às 10h22
Novo status sanitário do Rio Grande do Sul trará grandes desafios
O Instituto Desenvolve Pecuária ressalta os grandes desafios a serem enfrentados e entende que a informação ao produtor será um insumo de vital importância.. Foto Divulgação

O Instituto Desenvolve Pecuária parabeniza a todos os órgãos federais e estaduais que trabalharam para o Rio Grande do Sul atingir o status de área livre de febre aftosa sem vacinação. A concessão do título pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) ocorreu nesta quinta-feira, dia 27 de maio. A entidade ressalta os grandes desafios a serem enfrentados e entende que a informação ao produtor será um insumo de vital importância.

 

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Conforme o vice-presidente do Instituto, Paulo Costa Ebbesen, a entidade irá trabalhar junto aos seus associados no sentido de conscientizá-los sobre a necessidade de participação no processo de manutenção desse status. “O Instituto Desenvolve Pecuária tem a consciência do papel fundamental do produtor neste processo, uma vez que ele é um dos elos mais importantes desta cadeia. Portanto, a entidade se coloca à disposição para colaborar com os organismos oficiais para manter esta certificação que afeta diretamente a economia do Estado”, destaca.

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Ebbesen coloca alguns pontos que o Instituto considera relevantes neste momento. Um se refere à disponibilidade de recursos financeiros em caso de necessidade de indenização dos produtores devido à ocorrência de sinistro. “Sabemos que existem estudos visando fazer o seguro do rebanho bovino gaúcho e entendemos ser esta a melhor alternativa. Por isso, o Instituto se coloca à disposição para colaborar neste processo”, afirma.

 

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O vice-presidente do Instituto Desenvolve Pecuária também salienta a questão do sistema de vigilância sanitária no Estado. Coloca que uma das preocupações é com relação à atuação nos portos, aeroportos, rodovias e  fronteiras. “Isso nos preocupa, uma vez que  não temos certeza de quão efetivos são os recursos disponíveis tanto para a área operacional quanto para a vigilância das nossas fronteiras”, observa, salientando, ainda, que outra indagação é se já existem estudos por parte do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para viabilizar mercados que possam remunerar o produtor de forma diferenciada. Com assessoria.

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