
O pecuarista Almir Matheus do município Guarantã do Norte no Mato Grosso, constrói um confinamento de 6 mil metros quadrados que abrigará 2.400 bois durante o ano. O projeto do confinamento é sustentável, tanto que irá captar água da chuva em lagoa e os dejetos dos animais serão usados na adubação.
Para alimentar os animais o pecuarista irá plantar sorgo boliviano, cana-de-açúcar e milho. A área de sorgo é de aproximadamente 25 hectares, a de cana é de 40 hectares e 50 hectares de milho. “Assim, o nosso confinamento é projetado para quatro safras no ano, portanto, a cada 90 dias sai daqui o boi ou novilha.”, explica Almir. Ele se diz confiante e espera acredita que investir é importante para o Brasil. “Estamos prontos para produzir e passar todo este problema do coronavírus e se Deus quiser dar a volta por cima”, fala com esperança Almir.
O médico veterinário da Empaer, Jair Albuquerque explica que o galpão que irá abrigar os animais têm 135 metros de comprimento por 44 metros de largura, proporcionando uma área útil de 5.940 metros quadrados. “Aqui temos mil metros a mais que meio hectare e teremos a produção de uma fazenda de mais de 7 mil hectares. IA proposta é fazer quatro tratos ao dia, dois de manhã e dois a tarde. Vamos fazer uma experiência com o sorgo boliviano que pode produzir até 120 toneladas por hectare ano e que tem valor nutritivo muito bom somado a uma ração balanceada podemos ter muitos animais em um espaço pequeno.”, descreve o veterinário.
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