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Paraná fecha 2021 como estado que mais gerou empregos no Sul do Brasil

O Paraná encerrou 2021 com 172.636 novos empregos formais, quarto melhor resultado do País e primeiro da Região Sul no ano da retomada da economia. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados nesta segunda-feira (31).

Por: Redação
31/01/2022 às 13h51
Paraná fecha 2021 como estado que mais gerou empregos no Sul do Brasil
Paraná fecha 2021 como estado que mais gerou empregos no Sul do Brasil. Foto: José Fernando Ogura/AEN

O Paraná encerrou 2021 com 172.636 novos empregos formais, quarto melhor resultado do País e primeiro da Região Sul no ano da retomada da economia. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados nesta segunda-feira (31). Esse número representa 6,3% do total de vagas criadas no País, em torno de 2,7 milhões.

De acordo com o levantamento, o Paraná esteve à frente de Santa Catarina (167.854) e Rio Grande do Sul (140.281) e atrás apenas de São Paulo (814.035), Minas Gerais (305.182) e Rio de Janeiro (178.098). As 172 mil vagas geradas no Estado representam mais do que a soma dos sete estados do Norte (154 mil).

“Apesar do combate duro com a pandemia, nunca deixamos o Paraná estagnado. Com a confiança da iniciativa privada, investimentos públicos, programas sociais e de desburocratização, além da oferta de crédito, a economia respondeu no momento em que mais precisava. Essa retomada nos empregos ajuda a impulsionar todos os setores (comércio, serviços e indústria). Agora, com esse novo cenário, queremos crescer ainda mais em 2022”, disse o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

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O Paraná apresentou 11 crescimentos positivos em 2021, entre janeiro e novembro. Na ordem: janeiro (23.994 novos empregos), fevereiro (40.341), março (8.045), abril (8.099), maio (15.217), junho (15.875), julho (14.653), agosto (23.158), setembro (15.887), outubro (15.523) e novembro (16.190). Em dezembro, mês historicamente negativo em todo o País por conta do fim dos contratos temporários de Natal e Ano Novo, o saldo fechou em 24 mil desligamentos.

“Ao longo do ano passado buscamos novos investimentos. Em três anos, são quase R$ 100 bilhões em novas plantas fabris e empreendimentos de turismo e comércio no Estado. Boa parte ainda não reflete em empregos diretos porque as obras estão em andamento, como o maior frigorífico suíno da América Latina, em Assis Chateaubriand. Ou seja, a expectativa é a melhor possível para os próximos anos”, disse Ratinho Junior.

“Geração de empregos é a prioridade número 1 do Estado. Todas as semanas buscamos oportunidades e oferecemos aos paranaenses através das Agências do Trabalhador. Elas são a porta de entrada e oferecem vagas em todos os setores e praticamente todos os municípios. Temos esse olhar descentralizado. O objetivo é continuar a atrair investimentos, apoiar os produtores rurais afetados pela estiagem e entregar as obras de infraestrutura já iniciadas para facilitar novos negócios”, acrescentou.

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ESTOQUE – Segundo o Caged, como reflexo desses números, o estoque de empregos formais aumentou ao longo do ano. Em dezembro, eram 2.868.373 paranaenses. Em janeiro, no começo do ano, eram 2.605.019. O estoque atual do Paraná também é o maior do Sul: são 2.617.580 no Rio Grande do Sul e 2.290.471 em Santa Catarina. Fonte AEN.

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