
A babesiose dos equinos, também conhecida como piroplasmose ou nutaliose, é uma doença transmitida no Brasil por carrapatos do gênero Anocentor nitens e Amblyomma cajennensis, e causada pelos protozoários Babesia caballi e Theileria equi.
Essa doença acomete equinos, asininos e muares, e é transmitida através da picada de carrapatos, como também por agulhas contaminadas e transfusão de sangue.
Muitos cavalos de esporte são impedidos de competir por conta da babesiose equina.
A sintomatologia começa a se manifestar dentro de um período de 5 a 28 dias, e o primeiro sinal a aparecer, após o período de incubação, é o aumento da temperatura corporal, associado com apatia e a presença do parasito na circulação sanguínea.
Sinais clínicos
Ectoparasitas altamente efetivos são indicados ao combate do carrapato. Foto: Autor
Diagnóstico
O diagnóstico pode ser feito a partir da realização de exame de sangue e avaliação dos sinais clínicos apresentados pelo animal. No hemograma, geralmente, são avaliados os seguintes parâmetros: contagem de eritrócitos, hematócritos e diferencial de leucócitos.
Além do hemograma, existem outros testes laboratoriais, como o PCR (Reação de Cadeia em Polimerase), Babesia IgG e IgM e pesquisa de protozoários no sangue.
Tratamento
O tratamento e controle da babesiose equina são realizados com base no diagnóstico elaborado pelo médico-veterinário.