
Um antigo sonho da comunidade dos Agostinhos, no interior de Castro, está perto de se transformar em realidade. Após pedido do vereador Rafael Rabbers ao Deputado Estadual Hussein Bakri, a Companhia Paranaense de Energia (Copel) irá levar a rede trifásica para a localidade, em um investimento de mais de um milhão de reais. O anúncio foi realizado na noite de terça-feira (21) com a presença do vereador e, representando o deputado, o assessor parlamentar da liderança de governo, Sandro Machinski.
Há mais de quatro anos a comunidade esperava por essa melhoria. Em setembro deste ano, moradores se reuniram com o vereador Rafael Rabbers e apresentaram a demanda. Prontamente, Rabbers levou o pedido ao Deputado Estadual e líder do Governo na Assembleia Legislativa, Hussein Bakri, que intercedeu junto a Copel. A Companhia garantiu a viabilidade da obra que deve ser iniciada em 2022.
"Ficamos muito felizes em poder atender esse pedido dos moradores dos Agostinhos. Só tenho a agradecer ao empenho do Deputado Bakri, do pessoal da Copel e da Agropecuária Guapiara que permitiu que a rede passasse por dentro da sua propriedade. Sem dúvidas, esse investimento levará mais conforto para os moradores e aumentará a produtividade das pequenas propriedades", comemora Rabbers.

“A instalação de redes trifásicas é um dos pilares da Copel para ajudar a fortalecer o desenvolvimento do Paraná. Serão investidos R$ 2,1 bilhões até 2025, em 25 mil quilômetros de linhas de transmissão mais modernas e seguras. Por isso, assim que recebemos o pedido da comunidade dos Agostinhos, entramos em contato com a direção da companhia, que prontamente nos atendeu. Ao melhorar a infraestrutura energética no interior dos municípios, a Copel vai baratear custos de produção e garantir a religação rápida em casos de queda de energia”, destaca Bakri.
Localizada no interior de Castro, a comunidade dos Agostinhos até então era atendida pela rede bifásica. No entanto, os moradores reclamavam das constantes quedas de energia que atrapalhavam, especialmente, os pequenos produtores e comerciantes da localidade. Outro problema era a constante queima de aparelhos e a limitação no uso de energia.
"Agora podemos investir em máquinas maiores e mais modernas. A nossa rede atual não suporta nossos projetos. Temos um gasto grande com recuperação e manutenção dos motores que são muito forçados e acabam queimando. Resumindo, temos um custo alto de manutenção e compra de motores, o gasto de energia é maior e o uso de máquinas limitado”, explica Bárbara Guimarães, moradora da localidade.