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Exportações de carne suína crescem 11,9% em outubro de 2021

Média de embarques acima de 100 mil toneladas projeta segundo semestre recorde para o setor

Por: Redação
10/11/2021 às 15h24 Atualizada em 10/11/2021 às 16h01
Exportações de carne suína crescem 11,9% em outubro de 2021
O status sanitário da produção brasileira de carne suína tem sido um diferencial competitivo no mercado internacional.Foto: José Fernando Ogura/ANPr

As exportações de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram em outubro 99,1 mil toneladas, de acordo com levantamentos feitos pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).  O dado supera em 11,9% o desempenho registrado no décimo mês de 2020, quando foram exportadas 88,5 mil toneladas. 

O saldo em dólares das exportações de outubro chegou a US$ 217,9 milhões, resultado 9,3% maior que os US$ 199,4 milhões obtidos com os embarques no mesmo período do ano passado.

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No acumulado do ano, as vendas de carne suína já se aproximam de 1 milhão de toneladas. Entre janeiro e outubro, foram embarcadas 967,9 mil toneladas, volume 13,4% maior que o registrado nos dez primeiros meses de 2020, com 853,4 mil toneladas.

O saldo é significativamente positivo também na receita das exportações, chegando a US$ 2,279 bilhões, desempenho 21,5% maior que o efetivado entre janeiro e outubro do ano passado, com US$ 1,876 bilhões.

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“A média de embarques registrada até aqui no segundo semestre é histórica, acima de 100 mil toneladas, e projeta para o cumprimento da expectativa de um novo recorde de exportações de carne suína do Brasil, alcançando 1,1 milhão de toneladas”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

 

A China segue como principal destino das exportações de carne suína, com importação total de 481,9 mil toneladas entre janeiro e outubro, volume 13,9% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Outros destaques são o Chile, com 52,5 mil toneladas (+56,5%), Japão, com 11,3 mil toneladas (+19,1%) e EUA, com 9,7 mil toneladas (+43,4%). 

 

“O status sanitário da produção brasileira de carne suína tem sido um diferencial competitivo no mercado internacional, colaborando para o suprimento em mercados cujas ofertas internas continuam sendo afetadas pela ocorrência de surtos de peste suína africana. Mesmo com o aumento das exportações - que contribuem para a redução dos impactos dos custos de produção - a disponibilidade de carne suína para o consumidor brasileiro segue em linha com a maior demanda verificada pela carne suína em nosso país neste ano de 2021”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua.


SOBRE A ABPA - A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) é a representação da avicultura e da suinocultura do Brasil. Juntos, estes setores geram 4 milhões de empregos diretos e indiretos (500 mil apenas nas fábricas), em mais de 200 unidades produtoras espalhadas por todo o país. A entidade conta com mais de 130 associados de toda a cadeia produtiva, responsáveis pela produção e exportação de carne de frango, carne suína e ovos, além de material genético e outros produtos.

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