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Atenção redobrada na entrada das águas: protocolo 5-8-11 é essencial para transformar desafios da verminose em produtividade e sanidade no rebanho

Zoetis reforça a importância da vermifugação preventiva em novembro (início das águas) para maximizar ganhos e enfrentar os impactos da pressão parasitária

Por: Redação Fonte: Assessoria
25/11/2025 às 14h23
Atenção redobrada na entrada das águas: protocolo 5-8-11 é essencial para transformar desafios da verminose em produtividade e sanidade no rebanho
Atenção redobrada na entrada das águas: protocolo 5-8-11 é essencial para transformar desafios da verminose em produtividade e sanidade no rebanho. Foto assessoria.

São Paulo, novembro de 2025 – O início das águas representa tanto um novo desafio quanto uma nova possibilidade para a pecuária de corte. Embora o retorno das chuvas favoreça a rebrota das pastagens e abra uma janela de oportunidade para ganhos de peso, o período também exige atenção redobrada do produtor. Altas temperatura e umidade relativa do ar elevada favorecem de maneira significativa para um aumento da pressão parasitária, típica dessa fase e podem comprometer seriamente a produtividade do rebanho. Além disso, a mudança brusca de ambiente — especialmente após um período mais seco — exige ajustes rápidos de manejo para preservar o desempenho dos animais e garantir que essa transição se converta, de fato, em mais eficiência dentro da fazenda.

Foi comprovado que os parasitas internos (vermes) e externos — principalmente carrapatos, bernes e mosca-dos-chifres — causam prejuízos próximos a R$ 70 bilhões por ano no Brasil, o que reforça a importância de um controle sanitário preventivo e contínuo. Para isso, a Zoetis, líder mundial em saúde animal, destaca a relevância da última aplicação do protocolo 5-8-11, recomendada para o mês de novembro.

Desenvolvido pela Zoetis e validado por estudos da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), o protocolo 5-8-11 estabelece três momentos-chave para o controle estratégico das verminoses: maio, agosto e novembro. Essa abordagem permite quebrar o ciclo de infecção parasitária, protegendo os animais nos períodos em que estão mais vulneráveis. Segundo estudo da UFMS, bovinos tratados com o protocolo completo, incluindo a dose de novembro, apresentaram ganho adicional de até 24 kg por animal em comparação aos que foram vermifugados apenas duas vezes ao ano (em maio e novembro).

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“Durante a entrada das águas, a maior umidade favorece a multiplicação de parasitas no pasto. Por isso, esse é um período em que o produtor precisa redobrar a atenção com a sanidade do rebanho e garantir que os animais estejam protegidos para aproveitar todo o potencial nutricional da forragem”, explica Elio Moro, Gerente Técnico de Ruminantes da Zoetis.

“A aplicação em novembro é decisiva para consolidar os ganhos do protocolo. Estamos falando de um período de transição delicado, mas também altamente promissor. Com sanidade em dia, o produtor consegue transformar esse momento em crescimento zootécnico e retorno econômico”, reforça Moro.

A Zoetis reafirma seu compromisso em apoiar o pecuarista com soluções eficazes, suporte técnico e estratégias integradas. O protocolo 5-8-11 é mais do que uma sequência de datas: é um planejamento inteligente, adaptado ao ciclo climático e produtivo do campo uma aliança entre ciência, manejo e rentabilidade.

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