Sábado, 04 de Julho de 2026
12°C 17°C
Castro, PR
Publicidade

Com a presença de Alckmin, Aliel participa de evento que sancionou a Lei do Mercado de Carbono

Deputado federal ponta-grossense foi relator do projeto na Câmara. Nova lei visa reduzir emissão de gases do efeito estufa no Brasil e incentivar práticas sustentáveis

Por: Redação
14/12/2024 às 09h55
Com a presença de Alckmin, Aliel participa de evento que sancionou a Lei do Mercado de Carbono

O deputado federal Aliel Machado (PV) participou nesta quinta-feira (12) do evento que marcou a sanção da lei que regulamenta o Mercado de Carbono no Brasil. Realizada no Palácio Itamaraty, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, a cerimônia contou com a presença do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin; do ministro da Fazenda, Fernando Haddad; do ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha; da senadora Leila Barros, relatora do Projeto no Senado; entre outras lideranças.

A nova lei foi sancionada pelo presidente Lula, que não esteve presente no evento por questões de saúde, e publicada em Diário Oficial da União nesta quinta. Considerada prioridade em Brasília neste ano, a legislação contribui para o controle de emissões de gases do efeito estufa no país, proporcionando incentivos para diferentes setores. O projeto relacionado à defesa do meio ambiente teve a relatoria do deputado federal ponta-grossense Aliel Machado na Câmara.

Aliel explica que a sanção representa um momento histórico, que coloca o Brasil como destaque internacional. “A lei aprovada é um avanço para o país e uma das mais modernas do mundo na área ambiental. Unimos o combate ao desmatamento com o desenvolvimento econômico e social. O Brasil volta a ser referência no cuidado com o meio ambiente e protagonista nas decisões. Essa lei nos garante recursos volumosos para manter a floresta de pé. Quero agradecer a todos que participaram dessa discussão e também ao Governo do presidente Lula, pelo empenho em entregar ao Brasil um projeto a altura da nossa importância para o mundo”, declarou.

Continua após a publicidade
Anúncio

O parlamentar ainda detalhou o processo de relatoria do projeto de lei na Câmara e citou a responsabilidade diante do tema. “Como relator, eu me vi diante do desafio de pavimentar um caminho para viabilizar a descarbonização da nossa economia e, ao mesmo tempo, possibilitar o financiamento de soluções sustentáveis capazes de reduzir os impactos negativos das mudanças climáticas. A instituição de um mercado voluntário que garanta segurança jurídica, integralidade e credibilidade para que os participantes possam comercializar créditos decorrentes de manutenção e restauração de florestas surge como uma oportunidade de ouro para mudar a forma como as pessoas se relacionam com o meio ambiente”, disse.

Entenda a nova lei

O Mercado de Carbono consiste em um instrumento econômico criado pela ONU para contribuir com as metas climáticas que visam reduzir a emissão de CO² na atmosfera. Existem dois tipos de ‘mercado’: regulado e voluntário. Eles foram criados para dar um valor financeiro às iniciativas que incentivem a transição energética e preservação do meio ambiente.

Continua após a publicidade
Anúncio

No mercado regulado, governos determinam quanto empresas poluidoras podem emitir de CO² na atmosfera. Quem reduzir além de suas metas fica com créditos e pode vender o excedente para quem cumprir suas obrigações. Já no mercado voluntário não há obrigação. Porém, um sistema foi criado para beneficiar soluções que capturem CO² da atmosfera, como a preservação ambiental e reflorestamento. Neste caso, árvore em pé vale muito dinheiro.

No Brasil, as maiores emissões de CO² vem do desmatamento. A lei do mercado de carbono surge como um mecanismo complementar às legislações ambientais vigentes para estimular financeiramente a preservação das florestas em pé. Por meio da nova lei, fica estabelecido o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), que será responsável pela gestão das medidas de compensação e também pela definição de limites.

Agronegócio e impacto econômico

Aliel Machado ainda explicou que não existem métodos eficientes no mundo que quantifiquem a emissão de carbono pelo agronegócio. Este foi o motivo que justificou o adiamento da entrada deste no mercado regulado. Contudo, existe a expectativa de que a adesão do agronegócio ao mercado voluntário possa estimular a busca de métodos de produção cada vez menos nocivos à natureza.

Estimativas apontam um impacto de cerca de R$ 40 bilhões anuais na economia brasileira decorrente do Mercado de Carbono. Este recurso será crucial para estimular a nossa transição energética e posicionar o Brasil como protagonista nas discussões sobre mudanças climáticas

 

Paraná reduziu em 87,5% desmatamento da Mata Atlântica entre 2020 e 2025 Foto: Denis Ferreira Netto/SEDEST
Mata Atlântica Há 3 dias

Paraná reduziu em 87,5% desmatamento da Mata Atlântica entre 2020 e 2025

Área de supressão do bioma no Estado diminuiu de 3.298 hectares para 411 hectares, segundo o Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, desenvolvido pela Fundação SOS Mata Atlântica. Paraná teve a terceira maior redução do País no período.

Novo canal do IAT registrou mais de 2,8 mil denúncias de crimes ambientais em 4 meses Foto: Denis Ferreira Netto/SEDEST
CRIMES AMBIENTAIS Há 5 dias

Novo canal do IAT registrou mais de 2,8 mil denúncias de crimes ambientais em 4 meses

Entre as situações denunciadas até o momento, a maioria, em torno de 32,5%, foi enquadrada como pedidos gerais de fiscalização, sem especificidade na denúncia. Já em relação aos casos específicos, o campeão foi o desmatamento, com cerca de 18,8%, seguido de queimadas (2,7%) e maus-tratos com animais (2,1%).

Polícia Militar do Paraná resgata onça-pintada em área residencial de Foz do Iguaçu Foto: PMPR
RESGATE Há 5 dias

Polícia Militar do Paraná resgata onça-pintada em área residencial de Foz do Iguaçu

A onça, um macho adulto com aproximadamente 75 quilos, foi encaminhada para acompanhamento técnico e, posteriormente, será devolvida ao habitat natural, conforme os protocolos de conservação da espécie.

Programa de Conversão de Multas Ambientais destinou R$ 8,7 milhões para novos projetos sustentáveis Foto: Denis Ferreira Netto/SEDEST
Projeto Sustentável Há 1 semana

Conversão de multas ambientais destinou R$ 8,7 milhões para projetos sustentáveis no Paraná

Programa permite a cidadãos com penalidades em razão de crimes ambientais destinar o valor para um dos projetos sustentáveis coordenados pelo Instituto Água e Terra, em troca de um desconto no pagamento.

Lobo-guará é registrado pela primeira vez em monitoramento do Buraco do Padre. foto divulgação Imagem aprimorada com IA Gemini
LOBO-GUARÁ Há 2 semanas

Lobo-guará é registrado pela primeira vez em monitoramento do Buraco do Padre

magem captada por câmeras do projeto de monitoramento da fauna confirma a presença de um dos mais emblemáticos representantes da biodiversidade brasileira na área de conservação do Parque

Castro, PR
13°
Tempo nublado
Mín. 12° Máx. 17°
13° Sensação
0.99 km/h Vento
93% Umidade
0% (0mm) Chance chuva
07h05 Nascer do sol
17h43 Pôr do sol
Domingo
21° 12°
Segunda
21° 12°
Terça
16°
Quarta
18°
Quinta
21°
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Economia
Dólar
R$ 5,17 +0,00%
Euro
R$ 5,91 +0,00%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 342,004,01 -0,21%
Ibovespa
174,070,27 pts 0.74%
Publicidade
Publicidade
Enquete
Nenhuma enquete cadastrada
Publicidade