
O Simpósio de Ornitocultura do Norte do Paraná reuniu mais de 100 pessoas em evento que aconteceu no último dia 19, em Cornélio Procópio, no Estado do Paraná. O evento foi organizado pela Federação Ornitológica do Brasil (FOB) e a Faculdade Cristo Rei (Faccrei) e teve a finalidade de levar conhecimentos aprofundados sobre a atividade ornitológica ao público.
O evento contou com a presença de alunos do curso de Medicina Veterinária, corpo docente da Faculdade, de representantes da FOB e de criadores de aves, e da vice-presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Paraná, Nilva Maria Freres Mascarenhas, que fez a abertura das palestras.
Entre os palestrantes, o presidente da FOB, Mário Henrique Simões falou sobre a criação de aves no Brasil e as relações institucionais da FOB com o meio ornitológico; o médico veterinário Otávio Machado também apresentou as relações acadêmicas que a Federação está alcançando em parceria com a Universidade Federal de Lavras (UFLA), por meio de estudo das aves; outros temas foram abordados, como questões de manejo e as possibilidades que a atividade tem aberto aos profissionais do ramo da veterinária no país.
Um dos organizadores do evento, Pedro Galdino Pinheiro de Souza, aluno do curso de Medicina Veterinária e associado à União Ornitológica do Norte do Paraná (UONP), afirma que o Simpósio ofereceu conhecimento diversificado ao público.
“O evento acabou superando as expectativas. Gostei que os assuntos abordados nas palestras geraram interesse e curiosidade entre os participantes do evento, mesmo sendo criadores ou alunos, ambos interagiam com os palestrantes fazendo perguntas pertinentes aos temas abordados. Acredito que bons frutos serão colhidos a partir da realização deste simpósio”, afirmou Pedro.
O presidente da FOB, Mário Henrique Simões, exaltou a possibilidade de estreitar ainda mais as relações da FOB com o ambiente acadêmico. “É importante frisar que a intenção da FOB é criar ainda mais condições de estudos ornitológicos para ter resultados científicos significantes que serão imprescindíveis para a ornitologia brasileira em médio e longo prazo e também estabelecer um contato direto com os futuros profissionais para estabelecer ainda mais conhecimento sobre saúde das aves no Brasil”, finalizou Simões.