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Prêmio Orgulho da Terra cria vitrine para as melhores práticas do agronegócio paranaense

Lançada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater (IDR-Paraná) em parceria com o Grupo Ric e o sistema Ocepar, premiação vai reconhecer as melhores práticas econômicas, ambientais e sociais do agronegócio paranaense e apresentar cases inspiradores para o setor.

Por: Redação
27/09/2021 às 10h15

Reconhecer as melhores práticas econômicas, ambientais e sociais do agronegócio paranaense. Esse é o objetivo do prêmio Orgulho da Terra, lançado pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater (IDR-Paraná), em parceria com o Grupo Ric e o sistema Ocepar. As boas práticas serão reconhecidas anualmente em 12 categorias. A premiação também homenageará a Personalidade do Ano do agronegócio.

De acordo com o presidente do IDR-Paraná, Natalino Avance de Souza, cabe à instituição de pesquisa e assistência técnica proporcionar uma agricultura mais competitiva e equilibrada, com menos desigualdade social. O prêmio Orgulho da Terra é uma oportunidade para avaliar e definir critérios que permitam ao Estado se posicionar quanto à agricultura que pratica, além de valorizar a produção agropecuária com qualidade e responsabilidade.

“Tenho certeza de que já temos a melhor agricultura do país, mas podemos melhorar, e é um prazer fazer parte deste movimento para valorizar ainda mais o agricultor paranaense”, afirma Natalino.

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As homenagens com o Troféu Orgulho da Terra ocorrerão nas edições especiais do programa RIC Rural de 28 de novembro e 5 de dezembro na RIC Record TV. Leonardo Petrelli, CEO do Grupo RIC, destaca que é a primeira vez que se reúnem três forças importantes da sociedade paranaense para reconhecer e homenagear um setor que é fonte de muito orgulho não só nos limites do Estado, mas em todo o Brasil.

“A riqueza que vem do agronegócio é feita de suor, de talento e inteligência, de tecnologia e investimento. E o Prêmio Orgulho da Terra será a grande vitrine dessa produção, para servir de modelo e inspiração”, disse Petrelli.

Além de demonstrar as boas práticas realizadas pelos produtores, com o apoio de suas respectivas cooperativas, o prêmio promoverá um ambiente de constante melhoria no setor, explica José Roberto Ricken, presidente do Sistema Ocepar. “O cooperativismo tem por princípio não promover a simples competição. Pelo contrário, incentivamos o trabalho em parceria. Como diz o ditado: sozinhos podemos ir mais rápido, mas juntos vamos mais longe”, afirmou.

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O prêmio, acrescenta Ricken, é uma oportunidade para que os produtores se espelhem nas técnicas adotadas pelos vencedores e possam replicar os aprendizados. “A excelente visibilidade em mídia estadual e nacional reforçará o compromisso que nossos mais de 4,5 mil produtores de aves e suínos têm com a sanidade, rastreabilidade, bem-estar animal, produzindo produtos de qualidade e com garantia de origem”.

PROPRIEDADES SUSTENTÁVEIS – O Prêmio Orgulho da Terra vai homenagear os produtores rurais por meio das melhores práticas desenvolvidas por eles em suas propriedades, considerando-se os pilares do crescimento social, econômico e ambiental. O objetivo é avaliar todas as iniciativas, desde as condutas que contribuem para uma sociedade forte e diversificada, quanto às atitudes que destacam o compromisso com a sustentabilidade e o crescimento econômico.

A premiação tem forte olhar para os produtores engajados e com competência técnica para o desenvolvimento de propriedades sustentáveis.

Os 12 produtores destacados na escolha final receberão um certificado oficial “Orgulho da Terra” com menção a sua categoria de referência, além de um troféu da edição do ano de 2021. Para ampla disseminação das técnicas e estratégias de gestão das propriedades, além do papel social que exercem na sociedade, os cases serão compartilhados em reportagens do programa RIC Rural, que vai ao ar nas manhãs de domingo, e também nas plataformas digitais do programa e outros programas na emissora.

RECONHECIMENTO – As indicações foram divididas em dois grupos, que ficam sob a responsabilidade do Sistema Ocepar e do IDR-Paraná. O Sistema Ocepar fará a indicação das categorias Suínos e Aves. Cada cooperativa indicará pelo menos um produtor, o que poderá resultar em até 16 indicações.

Já o IDR-Paraná fará 30 indicações para 10 categorias, sendo três nomes para cada uma delas. Essas indicações representam uma amostra do trabalho desenvolvido pelos produtores paranaenses acompanhados pelo Instituto e que se destacam em função da estratégia técnica, operacional e pelos resultados obtidos.

O IDR-Paraná indicará Soja e Milho (Grãos); Bovinocultura de Leite; Feijão; Bovinocultura de Corte; Piscicultura; Turismo Rural; Agroecologia - Agricultura Orgânica; Sericicultura - criação de bicho-da-seda; Inclusão Social e Agroindústria.

COMITÊ DE NOTÁVEIS – A partir dessas indicações, que serão feitas com base em um detalhado checklist preenchido pelos técnicos das instituições, caberá a um Comitê de Notáveis a seleção de uma propriedade por categoria, reconhecida com o Prêmio Orgulho da Terra. Cada produtor pode concorrer em apenas uma categoria. A postagem das fichas dos indicados – cujos nomes serão mantidos ocultos até a escolha final – ocorrerá de forma online em um site específico no período de 27 de setembro a 1 de outubro.

A premiação também contemplará uma personalidade a ser homenageada, de acordo com a indicação única e exclusiva do Comitê de Notáveis. No momento da votação, o representante poderá indicar até três nomes que retratem a força dos pilares que norteiam o prêmio. A personalidade mais citada, entre todos os representantes, será homenageada no programa do RIC Rural do dia 5 de dezembro.

O Comitê de Notáveis é formado por técnicos indicados por órgãos representativos do agronegócio no Paraná, cuja chancela dá o devido respaldo para análise dos critérios do prêmio. Fazem parte do comitê a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), a Federação da Agricultura do Estado Paraná (Faep) e a Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Paraná (Fetaep). Fonte AEN.

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