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Incubadora tecnológica da Esalq chega aos 15 anos como protagonista do movimento agtech brasileiro.

Coluna do Lima Rodrigues - Com informações de Flávia Romanelli, Ministério da Agricultura, Serviço Florestal Brasileiro e Texto Comunicação - SP

13/01/2021 08h29 Atualizada há 2 semanas
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Por: Redação Fonte: Lima Rodrigues
A Esalqtec – incubadora tecnológica da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq/USP) – completa 15 anos de fundação em janeiro de 2021
A Esalqtec – incubadora tecnológica da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq/USP) – completa 15 anos de fundação em janeiro de 2021

Incubadora tecnológica da Esalq chega aos 15 anos como protagonista do movimento agtech brasileiro

 

A Esalqtec – incubadora tecnológica da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq/USP) – completa 15 anos de fundação em janeiro de 2021 como uma das principais instituições de apoio e incentivo à inovação e ao empreendedorismo do agronegócio brasileiro e, mais recentemente, protagonista do movimento agtech no país.

Instalada na Fazenda Areão, em Piracicaba (SP), em área no campus da Esalq com mais de 130 ha, a incubadora tem um espaço de 10 mil m², com oito módulos de 32 m² cada - destinados às empresas tecnológicas, além de coordenadoria, secretaria, recepção e sala de reuniões.

Segundo o gerente-executivo da Esalqtec, que acompanha todo este processo desde 2005, Sergio Marcus Barbosa, a incubadora disponibiliza espaço, serviços, infraestrutura, orientação e estrutura administrativa, em um sistema compartilhado de incubação. “Nossos principais objetivos são apoiar as iniciativas empreendedoras do Vale do Piracicaba, na formação e consolidação de projetos inovadores que têm uma base científica relevante, transformando este conhecimento em novos produtos ou serviços tecnológicos em prol do agronegócio brasileiro e mundial. Somos um pequeno ecossistema dentro de um grande ecossistema agtech, que além das suas empresas residentes, comporta também várias associadas de destaque no setor”, explica.

A Esalqtec atende a empreendedores que detectam uma oportunidade de negócio, querem viabilizá-lo, mas necessitam de um espaço e período para término da definição do empreendimento, comprovação da viabilidade técnica ou, ainda, elaboração do protótipo e viabilização do capital para o início do negócio. “A incubadora é o empreendedorismo ocorrendo dentro da universidade, dando assessoria para que as pesquisas e iniciativas dos alunos se tornem negócios e onde o a geração de conhecimento e tecnologia dá origem a novas empresas”, define o presidente do Conselho Deliberativo da Esalqtec, professor Felipe Pilau.

Atualmente a incubadora conta com 18 empresas graduadas, seis empresas residentes, 116 empresas associadas e 11 projetos de pré-incubação.

 

Exportações do agro ultrapassam barreira dos US$ 100 bilhões pela segunda vez

As exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 100,81 bilhões em 2020, segundo maior valor da série histórica, atrás somente de 2018 (US$ 101,17 bilhões). Em relação a 2019, houve crescimento de 4,1% nas vendas externas do setor.

Segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a expansão foi resultado do aumento do quantum exportado (+9,9%), uma vez que o índice de preço caiu 5,3%. O agronegócio foi responsável por quase metade das exportações totais do Brasil em 2020, com participação recorde de 48%.

Já as importações de produtos do agronegócio apresentaram queda de 5,2%, chegando a US$ 13,05 bilhões. O aumento das exportações e queda das importações resultou em um saldo superavitário de US$ 87,76 bilhões para o setor.

O complexo soja (grão, óleo e farelo) foi o principal produto da pauta exportadora, com US$ 35,24 bilhões e 101,04 milhões de toneladas. As exportações do grão representaram 81,1% do valor exportado e alcançaram o segundo maior montante da série histórica, com US$ 28,56 bilhões e 82,97 milhões de toneladas. A exportação foi maior em valor e quantidade do produto apenas em 2018: US$ 33,05 bilhões e 83,25 milhões de toneladas.

As carnes ocuparam a segunda posição no ranking dos setores exportadores do agronegócio em 2020, com US$ 17,16 bilhões. As vendas de carne bovina corresponderam a 49,4% desse montante, com crescimento de 11,1% ante 2019. As exportações de carne bovina in natura registraram recorde em valor (US$ 7,45 bilhões) e quantidade (1,72 milhão de toneladas). 

As exportações de carne de frango representaram 34,9% do total exportado pelo setor de carnes nos 12 meses, com US$ 5,99 bilhões. Já as vendas externas de carne suína somaram US$ 2,25 bilhões, do quais 94,1% corresponderam ao produto in natura. O montante registrado nas exportações de carne suína in natura foi recorde histórico, tanto em valor (US$ 2,12 bilhões), quanto em quantidade (901,10 mil toneladas). 

Em relação aos compradores, a China adquiriu 73,2% da soja em grão exportada, o que correspondeu a US$ 20,91 bilhões (2,2% superior a 2019). E também foi o principal destino da carne bovina in natura exportada, 54,2% (US$ 4,04 bilhões). O país contribuiu para o crescimento dessas vendas (carne bovina), uma vez que adquiriu US$ 1,35 bilhão a mais do que em 2019 (+50,3%).

Balança comercial em dezembro de 2020

Em dezembro de 2020, as exportações do agronegócio somaram US$ 7,30 bilhões, recuo de 3,8% em relação ao mesmo mês do ano anterior (US$ 7,59 bilhões). A queda ocorreu em função da redução do índice de preço e de quantum dos produtos exportados, que caíram 1,1% e 2,7%, respectivamente. As importações de produtos do agronegócio subiram de US$ 1,21 bilhão em dezembro de 2019 para US$ 1,35 bilhão em dezembro de 2020, alta de 11,5%.

Os destaques do mês foram milho e açúcar. Os embarques de milho foram de 5 milhões de toneladas ou o equivalente a US$ 945,3 milhões (+33,5%).  Os três principais compradores de milho foram: Egito (US$ 164,39 milhões; +427,4%); Vietnã (US$ 148,32 milhões; +96,8%) e Irã (US$ 119,57 milhões; +91,2%).

As vendas externas de açúcar em bruto foram de US$ 740,08 milhões (+119,3%) ou 2,6 milhões de toneladas. A China foi a maior importadora de açúcar, com US$ 156,84 milhões (+665,3%). Outros países que importaram foram: Argélia (US$ 98,34 milhões; +72%); Malásia (US$ 69,86 milhões); Nigéria (US$ 56,17 milhões; +15,3%) e Emirados Árabes Unidos (US$ 50,69 milhões).

 

Com insumos biológicos específicos para animais, Korin quer contribuir para aumento da produção de carnes, ovos e leite naturais

Avicultores, suinocultores, produtores de leite e pecuaristas de corte já podem oferecer insumos biológicos específicos para animais aos seus plantéis. A Korin Agricultura e Meio Ambiente, empresa fundada sob os princípios da Agricultura Natural e pioneira no desenvolvimento e produção de bioinsumos no Brasil, incluiu em seu portfólio uma linha exclusiva de aditivos acidificantes para melhor eficiência alimentar, bem-estar e sanidade das criações animais, contribuindo para o aumento da produtividade. Adicionalmente, os produtos proporcionam melhor condicionamento microbiológico das unidades de produção, protegendo os animais contra enfermidades.

“A Korin oferecer uma linha de bioinsumos para a produção animal, com base em suas experiencias oriundas do Centro de Pesquisa Mokiti Okada, que há mais de 30 anos desenvolve estratégias naturais para o campo. Com base nestes trabalhos, fomos a primeira empresa no Brasil e no mundo a produzir frangos e ovos sem o uso de antibióticos, promotores de crescimento, quimioterápicos e ingredientes de origem animal na dieta das aves, explica Luiz Demattê, CEO da Korin Agricultura e Meio Ambiente.

“Estes insumos são utilizados regularmente pela Korin Agropecuária – empresa do grupo que atua há 25 anos no mercado brasileiro – para produção de sua linha de aves orgânicas, sem o uso de antibióticos e grãos transgênicos. E têm apresentado excelente resultado ao longo dos anos, razão que nos motiva a colocá-los à disposição do mercado de aves, suínos, leite e bovinos de corte”, enfatiza o agrônomo Sergio Homma, Coordenador do Centro de Pesquisa Mokiti Okada (CPMO).

A nova linha de produtos biológicos para animais da Korin é composta por:

Fukugen: solução para proteção do sistema digestório das aves e controle de vermes, a partir da redução do pH da água de bebida e ação dos ácidos orgânicos.

Jundo: aditivo natural que restaura o equilíbrio microbiano no ambiente, proporcionando melhoria da saúde de aves, suínos e bovinos (corte e leite), por meio de um ambiente mais adequado e confortável, consequentemente com mais resistência a enfermidades e melhor desempenho zootécnico.

Kensui: beneficia o metabolismo digestivo dos animais de produção e obtenção de melhoria no desempenho zootécnico de aves, suínos e bovinos (corte e leite).

Saisei: líquido redutor de pH e melhoria do desempenho zootécnico.

Mais informações: [email protected] e tel. (19) 3576-9518

 

Portaria interministerial destina áreas de domínio da União à concessão florestal

Os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Economia publicaram a Portaria Nº 7, que estabelece os procedimentos para a cessão ao Mapa das Florestas Públicas identificadas no Plano Anual de Outorga Florestal (PAOF) para concessão florestal.

Pelo documento, o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) poderá conceder ao manejo florestal sustentável as áreas de domínio da União que não tenham prévia destinação, identificadas no Cadastro Nacional de Florestas Públicas como “tipo B”. A transferência de áreas para a concessão florestal será formalizada por Termo de Entrega, na medida em que as áreas forem cumprindo os critérios definidos na Portaria.

Segundo o coordenador-geral de Monitoramento e Auditoria Florestal do Serviço Florestal Brasileiro, José Humberto Chaves, “a Gleba Castanho, no Amazonas, deve ser a primeira licitada. Nossa previsão que isso aconteça até 2022”.

 

A Gleba Castanho foi incluída no portfólio de prioridades do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Presidência da República, em fevereiro deste ano. A área totaliza 165 mil hectares, dos quais 120 mil hectares serão destinados à concessão florestal. Estima-se que a produção anual será de 60 mil m³ de madeira em tora.

Áreas da União

De acordo com a Portaria, caberá ao Mapa a identificação e delimitação das Florestas Públicas Federais que serão destinadas ao manejo sustentável empresarial, para que tenham a situação fundiária regularizada. A Portaria publicada estabelece os procedimentos de pedido e análise da Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União (SPU), que considerará as demandas de outras áreas do Governo, e verificada a conveniência e oportunidade, cederá a área para o Mapa.

O Serviço Florestal Brasileiro vai administrar os contratos de concessão florestal das Florestas Públicas cedidas.

A agenda da concessão florestal é estratégica para a economia e a sustentabilidade do país. “A destinação de florestas públicas para a concessão florestal é a oportunidade que a sociedade tem de ganhar duas vezes, pois gera empregos e conserva a floresta em pé”, declarou José Humberto Chaves.

Conforme o Cadastro Nacional de Florestas Públicas, o Brasil possui 310,4 milhões de hectares de Florestas Públicas. Desse total, aproximadamente 229 milhões de hectares são áreas federais e 30,17 milhões hectares representam florestas públicas federais não destinadas, e que potencialmente podem ser destinadas ao manejo florestal através da Portaria publicada. 

A projeção de concessões em 2021 será de 4 milhões de ha e a incorporação das áreas não destinadas da União que dará um aporte de ações consideráveis as concessões florestais com manejo, minimizando assim as invasões, incêndios florestais e desmatamentos.

Acompanhe o programa dos dias 9 e 10 de janeiro de 2021.

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