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Agricultura colaborativa: como o uso de tecnologia auxilia nessa importante jornada

Nova funcionalidade de alertas regionais ajuda produtores a agirem de maneira mais preditiva na identificação de pragas, doenças e daninhas através do intercâmbio de informações do campo

Por: Redação
21/12/2020 às 15h56
Agricultura colaborativa: como o uso de tecnologia auxilia nessa importante jornada
A SIMA permite que o produtor receba notificações sobre alertas regionais. Ou seja, alguém em um raio de 20 km do seu talhão, ativou um alerta sobre ervas daninhas, pragas ou doenças e notifica automaticamente sobre a gravidade disso.

Temos observado nos últimos anos recordes seguidos da produção de grãos no Brasil. Mas, em uma agricultura tão competitiva muitos estão olhando apenas os números e esquecendo que a atividade também precisa ser colaborativa. Afinal, o trabalho colaborativo permite trocar ideias, otimização de recursos, compartilhamento de informações e dados e ainda minimiza riscos de ameaças como pragas, doenças e outro invasores. Para incentivar os produtores das mesmas regiões a terem mais informações e dados locais, a SIMA - AG Tech líder na América Latina, disponibiliza mais uma nova função dentro do seu aplicativo, tornando ainda mais assertivas as tomadas de decisões no campo.

De acordo Mauricio Varela, Co-founder e Country Manager Brasil e Latam da SIMA, a novidade permite realizar monitoramentos em campo de forma georreferenciada e mapear pragas e doenças para assim gerar informações e ordens de serviço. Com a ferramenta colaborativa, produtores vizinhos ao compartilhar dados e informações podem ter diferentes abordagens e soluções para um problema. Essas novas abordagens podem ajudar a otimizar recursos ou aumentar a produtividade, valorizando os resultados obtidos. “Dessa forma, poderemos identificar oportunidades de melhoria, dotando nossa tomada de decisão de argumentos muito mais sólidos”, diz.

Diariamente milhares de celulares realizam seu monitoramento com a SIMA. Os dados são conjugados anonimamente por meio de vários algoritmos adaptados de publicações científicas aprovadas internacionalmente. Esses dados, uma vez processados, ordenados e combinados com imagens de satélite, permitem prever e modelar o comportamento e a produtividade das culturas.

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A equipe da empresa também está encarregada de identificar e priorizar as adversidades e encontrar as causas complexas que as determinam com a ajuda de modelos. Desta forma é possível desenvolver funcionalidades que permitem antecipar essas situações potencialmente desfavoráveis, disponibilizando alertas para podermos tomar decisões informadas a tempo. “O alerda de vizinhos nos dá uma margem de ação que nos permitirá evitar que qualquer “pandemia” de pragas ou doenças se espalhe para nossas culturas. A saúde dos cultivos depende de todos nós e, juntos, trabalharemos para cuidar de nossos campos. Se podemos aprender alguma coisa com o contexto em que vivemos, é começar a tomar esse tipo de atitude”, ressalta Varela.

Solução na prática

A SIMA permite que o produtor receba notificações sobre alertas regionais. Ou seja, alguém em um raio de 20 km do seu talhão, ativou um alerta sobre ervas daninhas, pragas ou doenças e notifica automaticamente sobre a gravidade disso. “A funcionalidade já está disponível em todos os países onde atua a SIMA, incluindo o Brasil”, afirma o executivo

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Entretanto é importante destacar que a ferramenta tem como foco o monitoramento das lavouras. Ou seja, a ferramenta não foi desenhada para que o produtor aplique por conta própria algum defensivo porque um vizinho fez um alerta, pelo contrário, o usuário deve monitorar para verificar que esse dano não esteja afetando também sua cultura, identificando com antecedência ganha tempo para melhor manejá-lo.

Com essa agricultura colaborativa cada vez mais informações compartilhadas por produtores de uma mesma região, não só com dados numéricos, mas também arquivos de áudio, fotos, imagens de satélite, mapas de produtividade, mapas de solos, entre outros simultaneamente, vai se construindo um banco de dados cada vez mais rico. “Para termos um Big Data é necessário ter volumes de dados, informações variadas e velocidade. Portanto, quanto maior e mais variado o que que usamos, melhor seu desempenho e mais qualidade de informações a serem compartilhadas”, finaliza Varela. Com assessoria.

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