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Infestação por cigarrinha-do-milho pode ocasionar perda total da produção se não tratada adequadamente

Desde 2015, a doença se espalha pelo Brasil e ainda hoje é considerada um desafio fitossanitário para a cadeia produtiva do cereal

Por: Redação
01/04/2024 às 09h09
Infestação por cigarrinha-do-milho pode ocasionar perda total da produção se não tratada adequadamente
Desde 2015, a doença se espalha pelo Brasil e ainda hoje é considerada um desafio fitossanitário para a cadeia produtiva do cereal. Foto divulgação

A proliferação da cigarrinha-do-milho é uma preocupação crescente entre os produtores rurais. O inseto é vetor de doenças vasculares e sistêmicas que causam o chamado enfezamento da planta, problema capaz de reduzir em mais de 70% a produção de grãos nas cultivares suscetíveis, de acordo com dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA). Ainda no acompanhamento da instituição, as populações de cigarrinha-do-milho doença estão presentes no país desde 2015 e se deslocando, sendo registradas na Bahia, em Goiás, Minas Gerais e São Paulo. Desde de 2019, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul também passaram a ser afetados. Atualmente, a proliferação da cigarrinha-do-milho e a ocorrência de enfezamentos dos cultivos são consideradas um desafio fitossanitário para a cadeia produtiva do cereal.

A Dalbulus maidis, como é tecnicamente chamada, é um desafio persistente para os agricultores, e tem causado danos consideráveis às plantações. Pesquisadores alertam que se a infestação não for controlada, o produtor pode perder até 100% da produção, a depender do nível de dano e de infestação. Hoje, a cigarrinha é vetor de patógenos que podem trazer três riscos sistêmicos ao milho, são eles: enfezamento pálido, enfezamento vermelho e o vírus da risca, que podem ser distinguidos pelos sintomas apresentados nas folhas e espigas. O vírus da risca, por exemplo, apresenta algumas necroses e pontos cloróticos entre as nervuras da folha. Já nos enfezamentos, é possível observar uma coloração pálida e vermelha, além da redução de internódios, multiespigamento e redução do sistema radicular.

Para evitar esses prejuízos, é fundamental que o agricultor invista no manejo adequado, combinando diferentes métodos de controle para proteger a produção e reduzir de forma significativa a presença do patógeno, mas principalmente, em produtos que ofereçam alta tolerância ao complexo, como os híbridos de milhos da Morgan: MG616, MG593, MG447, MG540 entre outros do amplo portfólio da marca que faz parte da LongPing High-Tech, e que atende essa necessidade do produtor rural.

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Com mais de dez anos no mercado, a Morgan é referência em híbridos que têm elevado potencial produtivo, sanidade foliar, qualidade de grãos e colmo, e, principalmente, alta sanidade aos enfezamentos transmitidos pela cigarrinha-do-milho. A marca sempre utilizou o que há de mais inovador em tecnologia embarcada para proteção das plantas e, assim, proporcionar maior controle das principais pragas que atacam a cultura.

O MG616 é um híbrido que se adapta às diferentes condições das regiões produtivas do Brasil, com altos tetos produtivos para a produção de grãos e resultados significativos na produção de silagem, trazendo alta performance na produção de matéria seca e também em qualidade bromatológica. 

Sobre a LongPing High-Tech
A LongPing High-Tech é uma empresa do Grupo CITIC e está entre as três maiores em participação do mercado brasileiro da safrinha. Seu portfólio, resultado de investimentos constantes em pesquisa e tecnologia, inclui híbridos que oferecem estabilidade, alto potencial produtivo e atendem com agilidade às necessidades do agricultor. Suas marcas Morgan, Forseed e Tevo são reconhecidas no mercado pela excelência em produtos, tecnologia e suporte técnico.

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